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Relato

"O verdadeiro daddy não fica só na mesada": uma sugar baby conta sua experiência

SB Equipe Sugar Brasil · Atualizado em 16 de setembro de 2026 · 6 min de leitura

Aos 29 anos, ela relembra como entrou no universo sugar aos 22, quando conheceu seu primeiro daddy em um restaurante de alto padrão em São Paulo. Para ela, esse tipo de relacionamento envolve muito mais do que dinheiro.

Existe uma ideia comum de que uma sugar baby procura simplesmente um homem rico disposto a oferecer uma mesada generosa. A experiência da entrevistada, porém, apresenta uma perspectiva diferente. A identidade dela foi preservada a pedido própria, e o relato abaixo foi editado apenas para clareza.

Como ela conheceu o primeiro daddy

Como você conheceu seu primeiro daddy?

"Eu tinha 22 e conheci ele em um restaurante aqui de SP."

Ela acredita que ambientes de alto padrão podem favorecer esse tipo de encontro.

"Sim, em ambientes alto padrão."

Mas, segundo ela, não basta simplesmente estar no lugar certo.

"A beleza ajuda haha, mas conversar no bar ajuda muito também."

Ela explica que é preciso perceber os sinais e estar aberta à interação:

"Não é tão fácil. Precisa olhar bem nos olhos dos que você já percebe que está encarando, mas quando frequenta esses locais você também conhece pessoas assim."

O receio de ser confundida com prostituição

Você já teve receio de ser confundida com uma prostituta?

A diferença entre relacionamento sugar e prostituição ainda gera dúvidas. Para ela, existe uma distinção importante:

"Uma prostituta cobra por hora. As babys conversam, querem saber os conselhos para crescer no ramo dos negócios e, claro, ser mimada como uma mulher merece."

Ela resume sua visão:

"Não é rápido ou apenas sexo."

Quando perguntamos sobre o risco de ser confundida com uma profissional do sexo, respondeu:

"Sim, mas existem limites, né? Não saímos por uma noite."

Para ela, a clareza sobre o que cada pessoa procura é fundamental:

"O importante é a clareza."

A maior vantagem de ter um daddy

Qual foi a maior vantagem de ter um daddy?

A resposta não foi relacionada apenas ao dinheiro.

"O conhecimento no mundo dos negócios é muito bom."

Ela afirma que a experiência também mudou suas expectativas em relação aos homens:

"A vantagem é que depois do primeiro daddy nunca mais fiquei com algum homem que possa se sobressair sobre mim."

E acrescenta:

"Eles ensinam realmente como uma mulher tem que ser tratada."

Por isso, diz que seus padrões mudaram:

"Menos que isso você nem aceita mais."

O relacionamento sugar não se resume a uma mesada

O relacionamento sugar se resume a uma mesada?

Para ela, não.

"É difícil o daddy dar alguma mesada. Tem alguns, mas o verdadeiro não fica só na mesada."

O apoio pode aparecer de outras maneiras:

"Ele paga faculdade, contas, viagens. O daddy quer prover o melhor."

Assim, sua experiência está mais relacionada a uma relação de cuidado e provisão do que simplesmente a um pagamento mensal.

Conselho para quem quer entrar no mundo sugar

Que conselho você daria para quem quer entrar no mundo sugar?

Sua recomendação é direta:

"Estudem todos os assuntos novos do mundo daddy."

Para ela, uma sugar baby precisa ter interesses e conteúdo para oferecer à relação, e não enxergar o universo sugar apenas pelo lado financeiro.

"Daddy não suporta meninas vazias."

E conclui:

"Infelizmente as meninas só pensam em dinheiro, mas tem muito além disso por trás de um relacionamento assim."

Para essa entrevistada, portanto, o universo sugar envolve conversa, conhecimento, negócios, experiências e expectativas sobre como cada pessoa deseja ser tratada — e não apenas uma mesada.

Quer entender melhor esse universo?

Leia também nosso guia O que é relacionamento sugar?

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